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Novas Mídias e Cultura do Algoritmo

MANOVICH, Lev. Novas mídias como tecnologia e idéia: dez definições. In: LEÃO, Lucia. O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Ed. SENAC, 2005.
____________________. A Ciência da Cultura? Computação Social, Humanidades Digitais e Analítica Cultural. Revista Matrizes. V.9 – No 2 jul./dez. 2015 São Paulo – Brasil p. 67-83
JENSEN, Klaus Brühn. Como fazer coisas com os dados: metadados, metamídia e metacomunicação. PARÁGRAFO. JAN./JUN.2015 V. 1, N. 3 (2015)

BALKIN, J.M. Cultural Software: A Theory of Ideology. Yale University Press,New Haven & London, 1998

BITARELLO, Breno, BRAZ, André, CAMPOS, Jorge Lúcio. Lev Manovich e a lógica digital: Apontamentos sobre a linguagem da nova mídia. www.bocc.ubi.pt (acessado em 30.05.2014)

DALGAARD, Rune (ed) Lev Manovich and The Language of New Media. Centre for Internet Research, Aarhus, June 2007.

DIAS, Guilherme Ataíde, VIEIRA, Américo A.N. Questões Éticas e Legais Emergentes. Ci, Inf, Brasília. Brasília, DF v. 42 n.2 pp. 174-184 maio/ago 2013

LEWIS, Seth C., WESTLUND, Oscar. ACTORS, ACTANTS, AUDIENCES, AND ACTIVITIES IN CROSS-MEDIA NEWSWORK A matrix and a research agenda. Digital Journalism, 2014

ALGORITMOS CULTURAIS -: CONCEITUAÇÃO E APLICAÇÃO EM ROBÓTICA

Benjamin Franklin* Marcel Bergerman

MANOVICH, Lev. Software takes command. (Software is the Message  2013)

____________. The Language of New Media. MIT Press, 2001]

The Science of Culture? Social Computing, Digital Humanities and Cultural Analytics – Lev Manovich

Inequaligram project analyzes 7,442,454 public Instagram images shared in Manhattan over five months. We use measures of inequality from economics to analyze differences in sharing between parts of a city… e can define social media inequality as the measures of distribution of characteristics of social media content shared in a particular geographic area or between areas.

O software é a mensagem – Lev Manovich , 2013 (Tradução: Cicero Inacio da Silva e Jane de Almeida)

Culturas da Visualiação

Inequaligram: How do Cities Look on Instagram?/Cultural Analytics by Manovich

“Cientistas sociais, filósofos, críticos culturais, téoricos da mídia e das novas mídias parecem hoje em dia compreender todos os aspectos da revolução da Tecnologia da Informação (TI), criando um número expressivo de novas disciplinas, tais como cibercultura, Internet Studies, Teoria das Novas Mídias e Cultura Digital. Contudo, a máquina que suporta e direciona quase todas esses campos – o software – recebeu pouca ou nenhuma atenção direta.”


 

SEO para WordPress: seu blog vai decolar – Blog HomemMáquina

Princípio da Variabilidade – Diogo Martins (Blog Introdução aos Novos Media – Universidade de Coimbra)

“The Hard Work of Software History” -Henry Lowood (2001)

Computational Culture
(a journal of software studies)

Lostalgic
This project is based on the entire ABC’s LOST TV show scripts, 115 episodes in 7 seasons, that I managed to parse from Lostpedia. I also parsed this page with additional information about hidden characters relations.

Digital Methods Iniciative 
(wiki)

Selfiecity
Selfiecity investigates selfies using a mix of theoretic, artistic and quantitative methods.
“Mulheres fazem poses mais extremas, especialmente em São Paulo. Os Selfies das mulheres mostram poses mais expressivas; por exemplo, a quantidade média de inclinação da cabeça é de 50% superior à dos homens: 12,3 °. São Paulo é o mais extremo – lá, a inclinação média cabeça para o sexo feminino é de 16,9 °!”
Um algoritmo melhora suas selfies mudando o ângulo da foto após ser tirada – Carla Velocci – Gizmodo- 2 de agosto de 2016
Instagrammatics and digital methods: Studying visual social media, from selfies and GIFs to memes and emoji- Tim Highfield & Tama Leaver. Preprint version, accepted 8 February 2016

 Palestra: corpo e cinema



I’m Sorry, Dave. I’m Afraid I Can’t Do That.

[Recorded March 24, 2017]
“The limits of the possible,” said Arthur C. Clarke, “can only be defined by going beyond them into the impossible.” Our mythologies, our books, our movies have given voice to our dreams of computers that transcend human abilities; we do not lack for imagination of the impossible. In a sense, the history of computing can be seen through the lens of how our science and our engineering have yielded a continuous process of making the impossible possible. However, there are things we know we cannot do, there are some things we don’t yet know how to do, and there are some things we probably shouldn’t do.

This presentation is the next lecture in the documentary project Computing: The Human Experience. Here, we will explore how we take our dreams of computing machines that do the impossible and turn them into the possible, with a consideration for the limits we must overcome, from the laws of physics to the principles of design to the constraints of our very human ethical and moral frameworks.


Um dos primeiros vídeos em que se tentava explicar as mudanças trazidas pelas novas mídias

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