Sociedades disciplinares/Sociedades de Controle


Texto Base 

DELEUZE, Giles. Pos-Scriptum: Sobre as sociedades de controle. In: Conversações, 1972–1990. Rio de Janeiro: Ed.34, 1992

François Zourabichvili. O VOCABULÁRIO DE DELEUZE +REFERÊNCIAS    

 


 

OS LIMITES DO CONTROLE  – William S. Burroughs (Blog Maelström Life)

O texto de Willians Burroughs apareceu pela primeira vez em um evento, com o título preliminar de The impasses of control.

Em novembro de 1975, o escritor americano participa como conferencista no lendário colóquio Squizo Culture, realizado na universidade de Columbia. Sylvère Lotringer organiza o evento no qual objetiva apresentar em terras americanas as originais proposições políticas-filosóficas então surgidas na França, após o maio de 1968.

Foucault, Deleuze, Guattari, Lyotard e Foucaut aceitam o convite e comparecem. Junto com os franceses estarão artistas da vanguarda americana. Entre os convidados – John Cage, Cunningham, Jack Smith, Keith Richard… –, Burroughs fará parte da lista.

O escritor faz uma conferência que terá posterioridade. O também conferencista deste evento, Gilles Deleuze, será um dos compreenderam intensamente a importância da contribuição de Burroughs.


“O dr. Eric Schmidt declarou que o século XXI seria sinônimo do que chamou de “economia da atenção”, e que as corporações globais dominantes seriam aquelas bem-sucedidas na maximização do número de “globos oculares” que mobilizassem e controlassem.

A intensidade da competição diária por acesso a horas de vigília de um indivíduo e o controle delas é resultado da enorme desproporção entre os limites humanos, temporais, e a quase infinita quantidade de “conteúdo” à venda. Mas o sucesso corporativo também será medido pela quantidade de informação que pode ser extraída, acumulada e utilizada para prever e modificar o comportamento de qualquer indivíduo com identidade digital.” 

Jonathan Crary, 24/7 – Capitalismo Tardio e os Fins do Sono


MOROZOV, Evgeny. ‘Big Data’ poderia ter impedido o 11 de setembro? Folha de S. Paulo.23/07/2013

As democracias estão em risco e só a tecnologia pode salvá-las – Marco Konopacki, Democracia Abierta, 30/03/2017 (o título foi um pouco infeliz, mas o texto é muito interessante)

Kittler on the NSA – Theory, Culture & Society –February 12, 2014

ALL WATCHED OVER BY MACHINES OF LOVING GRACE É UM DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO EM 2011 POR ADAM CURTIS EM PARCERIA COM A BBC. O DOCUMENTÁRIO DE ADAM CURTIS É DIVIDIDO EM 3 PARTES DIFERENTES, CADA UMA FALANDO DE UM SUBTEMA RELACIONADO À NOSSA CRENÇA NAS MÁQUINAS E NO SEU PODER DE TRANSFORMAR A VIDA HUMANA.

 

SEU TÍTULO FAZ REFERÊNCIA A UM POEMA PUBLICADO EM 1967 SOB O MESMO NOME, CUJO O AUTOR, RICHARD BRAUTIGAN, FALAVA DE UMA SOCIEDADE ONDE OS HOMENS ESTAVAM LIVRES DE TRABALHO E A NATUREZA TINHA ALCANÇADO SEU ESTADO DE EQUILÍBRIO, TUDO GRAÇAS AO AVANÇO DA CIBERNÉTICA. (ARACELE TORRES, CIBERMUNDI)


All Watched Over By Machines Of Loving Grace (Richard Brautigan)

I like to think (and the sooner the better!) of a cybernetic meadow where mammals and computers live together in mutually programming harmony like pure water touching clear sky.
* I like to think (right now, please!) of a cybernetic forest filled with pines and electronics where deer stroll peacefully past computers as if they were flowers with spinning blossoms. * I like to think (it has to be!) of a cybernetic ecology where we are free of our labors and joined back to nature, returned to our mammal brothers and sisters, and all watched over by machines of loving grace.

Google – Minha atividade

Criptografia e Arte. Aos 12 anos, Joana César inventou um alfabeto cifrado para esconder segredos do irmão mais velho. Depois, espalhou sua arte pelas ruas do Rio, como neste muro no Jardim Botânico.

Victor Maristane, 23 anos, venceu o torneio A Story to Tell, da World Merit. Aluno da UFPE vence mundial com jogo que compara escolas e prisões. Para ele, essas instituições vêm falhando na missão de educar e reeducar. Marina Barbosa, G1 13/07/2015

É impossível escapar da vigilância – Playground BR, 2018

Depois de três anos de testes, este sistema começou a ser utilizado em algumas regiões do país. Apesar disso, ele não será obrigatório até 2020, caso no final desse período o “Social Credit System” vire realidade. Cada cidadão conta com uma pontuação básica entre 350 e 950 pontos, que estão associados ao documento de identidade chinês. A pontuação será modificada em tempo real, através de um aplicativo, de acordo com as infrações que a pessoa cometer.


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