Modernidade II


“O paradigma cultural da modernidade constituiu-se antes de o modo de produção capitalista se ter tornado dominante e extinguir-se-á antes de este último deixar de ser dominante. (…) O projeto sociocultural da modernidade constituiu-se entre o século XVI e finais do século XVIII… [enquanto] a especificidade histórica do capitalismo…só ocorre a partir do século XVIII ou mesmo meados do século XIX”
 
 Boaventura de Sousa Santos. Pela Mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade
(Para Santos, o projeto da modernidade é um projeto rico e complexo, ambicioso e revolucionário, com múltiplas possibilidades e contradições. Ele cumpriu algumas de suas promessas mais ambiciosas. No entanto, ele é irremediavelmente incapaz de cumprir outras)
 
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Quem me dera, ao menos uma vez/ Explicar o que ninguém consegue entender:/Que o que aconteceu ainda está por vir/ E o futuro não é mais como era antigamente (Índios – Legião Urbana)

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“O Futuro não é mais o que costumava ser” (Paul Valéry)

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Zé Geraldo : Reciclagem

“A moda na cidade é grande O medo é grande também A corrida do cheque incoberto O saldo não teve e não tem Os valores trazidos da terra Enfrentando as cancelas Do “pode-não-pode” A força falsa de um cartão de crédito Ao invés de um fio de bigode”


Anthony Giddens (1938 – )

Basicamente, vou explorar algumas ideias de Anthony Giddens, sociólogo britânico, baseadas em seus livros Consequências da Modernidade e Modernidade e Identidade.

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Em primeiro lugar, podemos pensar a modernidade a partir de seu vínculo com uma ordem industrial: um mundo cada vez mais industrializado. Essa é uma de suas dimensões. Outra dimensão que a caracteriza é a lógica capitalista que orienta um sistema de produção, distribuição e consumo de mercadorias de quase tudo o que se possa imaginar e que transforma em mercadoria a própria força de trabalho. Na modernidade aparece associada de modo complexo às duas dimensões anteriores a formação do chamado Estado-Nação que pode ser caracterizado pela delimitação de uma territorialidade sobre a qual exerce uma soberania e vigilância e que monopoliza o uso legítimo da força física. Outra dimensão institucional que aparece é a organização racional moderna. Essas organizações distinguem-se das formas pré-modernas pela sua dimensão e pela forma de organização racionalizada e burocrática.

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No que diz respeito à vida moderna, ela se revela como um “mundo em disparada” que tende a um “desenraizamento” das antigas formas comunitárias pré-modernas. Três conjuntos de elementos contribuem para esse processo. O primeiro deles é gerado pela separação entre espaço e tempo, ou melhor, o aparecimento de uma certa dimensão vazia de tempo que se descola da passagem do tempo ligadas ao ritmo da natureza ou ao ritmo da própria vida da comunidade. Cria, ainda, uma percepção do espaço que se descola do lugar (da experiência direta das pessoas nos locais em que vivem). As organizações passam a depender da coordenação da ação de pessoas que estão distantes umas das outras. Faz-se necessário, cada vez mais, uma nova articulação entre o tempo comum dos encontros e os diferentes espaços em que as pessoas se encontram. Esse descolamento produz uma espécie de “desencaixe das instituições sociais”, ou seja, novas relações de confiança precisam ser estabelecidas nessa nova ordem.

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Esse desencaixe pode ser percebido no aparecimento de um “sistema abstrato” caracterizado pela presença, cada vez maior, das chamadas “fichas simbólicas” e dos “sistemas especializados”. SISTEMA ABSTRATO = FICHAS SIMBÓLICAS + SISTEMAS ESPECIALIZADOS O dinheiro é a forma mais comum de ficha simbólica. Ele torna-se uma espécie de equivalente universal que pode ser trocado por qualquer coisa em qualquer lugar. Os sistemas especializados podem ser identificados na divisão social do trabalho presente no mundo moderno. Giddens observa que o médico, o analista e o terapeuta tornam-se tão importantes como sistemas especialistas quanto um cientista, um técnico ou um engenheiro. Tanto as fichas simbólicas (como o dinheiro) quanto os sistemas especialistas dependem de um elemento fundamental: um novo sistema de produção da confiança. A confiança torna-se fundamental em um mundo em que as pessoas não se conhecem e relacionam-se em lugares muito distantes de onde vivem ou trabalham. Ou, até mesmo, são obrigadas a confiar em pessoas que detêm um conhecimento técnico que desconhecem (médicos, mecânicos, advogados etc.) Para que o mundo moderno não se desestruture, faz-se necessária a construção de novas arenas capazes de gerar um sentimento de segurança relativa na vida social. Uma dimensão importante dessa nova ordem moderna é que a tradição não lhe serve mais de referência. A reflexividade passa a ser uma dinâmica importante da vida nessa nova configuração histórica. Tudo está sujeito a intensa revisão à luz de novos conhecimentos – normalmente produzidos pelos sistemas especialistas. A ciência passa a ser uma dimensão fundamental dessa reflexividade, pois é baseada justamente no princípio da dúvida, ou seja, todo conhecimento está sujeito a revisão ou pode ser descartado diante de novas descobertas ou mudanças de paradigma.

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O próprio Eu ou o Self passa a ser construído reflexivamente. Como no mundo moderno a tradição perdeu a sua força, esse eu deve ser construído, ao menos em tese, em meio a diversas opções e possibilidades que podem ser revistas com o tempo. Esse eu precisa ser construído reflexivamente, logo, o aparecimento de “especialistas” na sua construção passam a ser cada vez mais requisitados. Quanto mais se aumentam as possibilidades de escolha, aumenta-se, também, a incerteza quanto as decisões consideradas “corretas”. Com isso, o risco dessas escolhas aumenta e surge uma tendência a se buscar apoio e confiança em sistemas especialistas. A modernidade pode ter reduzido consideravelmente os riscos em determinadas esferas da vida, mas introduziu não somente novos riscos – de que nem sequer tem ideia ainda -, mas novas formas de avaliar e antecipa-los. Formas que não existiam em épocas anteriores. GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP, 1991 GIDDENS, Anthony. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002 (Introdução e Cap. I)


Ulrick Beck (1944-2015)
Para o sociólogo alemão, Ulrick Beck, o mundo moderno foi caracterizado por uma simbiose histórica entre capitalismo e democracia que se apresentou como um modelo civilizatório dominante. No entanto, ele tenta avaliar os riscos que a ampliação desse modelo civilizatório em escala global pode trazer sobre o consumo dos bens naturais e sobre as culturais locais e as formas sociais de existência dos demais povos. Nossa modernidade produziu uma Sociedade de Risco, um modelo de sociedade na qual os riscos sociais, políticos, econômicos, culturais e individuais tendem a escapar do controle e da proteção oferecido até um certo momento pelas instituições modernas. A noção de risco nem sempre foi pensada nesses termos.  Em um primeiro momento, esse modelo de sociedade produziu efeitos que não eram vistos imediatamente como ameaças à sua própria existência. Essas ameaças e riscos, algumas vezes vislumbrados, não chegavam a se tornar questões públicas e não apareciam no centro dos conflitos políticos. Mas, há um segundo momento, quando os perigos desse modelo de sociedade industrial aparece na agenda do debate público e dá início a uma série de conflitos não somente em termos políticos como começam a afetar uma série de decisões da vida privada. Nesse momento, a questão toma a forma de uma teoria social e de um diagnóstico de cultura. Sociedade de risco passa a designar um estágio da modernidade em que essas ameaças não apenas tornam-se visíveis como são alvo de debate público. Os padrões de desenvolvimento que vigoravam até esse momento passam a ser questionados. É preciso definir uma autolimitação a eles e reconfigurar todos os parâmetros até então conhecidos de responsabilidade, segurança, avaliação, controle de danos e distribuição das responsabilidades. No entanto, uma questão torna-se fundamental: como avaliar as ameaças e os danos uma vez que eles, muitas vezes, escapam à nossa percepção, à nossa imaginação ou, até mesmo, à própria ciência. Percebe-se, então que a definição da ameaça e do perigo é uma construção cognitiva e social. Essa construção só se torna possível a partir do momento que a sociedade e suas instituições tornam-se reflexivas, transformando-se em um “problema” para elas mesmas. Uma sociedade que precisa imaginar os riscos que gera, encontrar formas de dimensioná-los e avaliar os controles possíveis que serão exigidos para enfrentá-los. Um conflito involuntário entre engenheiros de segurança e especialistas em seguros indicam como essa nova ordem funciona: qualquer risco pode ser plenamente dimensionado e tornar-se algo de seguro? (ver: Fukushima) Encontramos especialistas capazes de produzir todos os tipos de relatórios – inclusive que se opõem. Políticos encontram resistência dos consumidores em tomadas de decisões inovadoras e esses mesmo consumidores, por outro lado, são capazes de se organizar contra políticas inadequadas das empresas. (ver: “Obrigado por fumar”) Para Beck, a primeira modernidade e a modernidade da sociedade de risco estão se encontrando sem que uma parte possa ser representada na outra.  Isso se traduz em políticas sem direção, muitas vezes, caóticas, marcadas por jogos de poder (com interesses de curto prazo), em práticas e arenas institucionais desgastadas (crise das formas tradicionais de participação política). Há um esvaziamento das formas tradicionais da representação política, enquanto há um renascimento do político sob novas formas. Assim, entramos em uma sociedade onde tudo deve ser escrutinado, as polêmicas estão em todos os níveis, tudo deve ser inspecionado, analisado em detalhes, discutido e debatido incansavelmente para que, no final, nenhuma das partes participantes do processo considere-se satisfeita com o resultado. No pior dos casos, enfrenta-se uma paralisia geral. (ver Congresso Americano) Estamos vendo nascer essa nova sociedade. Esse é preço (transitório?) que ela nos cobra por ser uma sociedade de autocriação constante, que se julga capaz de inventar tudo, mas que não pode ter certezas sobre como e com quem fazê-lo. É como se a sociedade de risco anunciasse a possibilidade de muitas modernidades em que sejam possíveis novas articulações entre a verdade e a beleza, entre a tecnologia e arte, entre os negócios e a política etc. Se tudo é política, como estamos acostumados a dizer, é preciso lembrar, na modernização reflexiva, que tudo é cultura e economia também. BECK, Ulrick . A reinvenção da política: rumo a uma teoria da modernização reflexiva” In: GIDDENS, Anthony, BECK, Ulrick, LASH, Scott. Modernização reflexiva. São Paulo: Unesp, 1997

Zygmunt Bauman (1925-2017)
Para o sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, as épocas históricas poderiam ser muito bem definidas pelo tipo de “demônios íntimos” que passam a assombrá-las e atormentá-las. Diante das questões levantadas pelo mundo contemporâneo, que ele chama de modernidade líquida, o sociólogo pergunta se as nossas respostas, nossas instituições e os nossos conceitos não se parecem mais com  ‘categorias zumbi’ e ‘instituições zumbi’ (‘mortas e ainda vivas’). Devemos dar a elas um enterro digno? Ao usar o termo “modernidade líquida”, Bauman tenta identificar uma mudança no interior da própria dinâmica do mundo moderno. Marx já dizia, no século XIX, que a burguesia havia criado um mundo em que o sagrado corria sempre o risco de ser profanado e que tudo o que nos parecia sólido se desmanchava no ar. O mundo moderno sempre foi um mundo marcado pela mudança e pela transformação, mas em que sentido, agora, ele se tornaria líquido? Para o sociólogo, na primeira modernidade, cada mudança dava origem a novas estabilizações (sólidos) que a cada momento de revolução das forças produtivas se desmanchava. O que há de novo, no mundo contemporâneo, é que não há estabilizações e os fluxos passam a ser a marcas da dinâmica social. A passagem de um estado sólido a outro determina momentos de estabilização e desestabilização. Os fluídos tem uma outra lógica. “Os fluidos se movem facilmente. Eles ‘fluem’, ‘escorrem’, ‘esvaem-se’, ‘respingam’, ‘transbordam’, ‘vazam’,’inundam’, ‘borrifam’, ‘pingam’; são ‘filtrados’, ‘destilados’; diferentemente dos sólidos, não são facilmente contidos …” Essa mobilidade é vista como leveza, um ordem social menos rígida, flexível, difusa e em rede. Por isso, para quem vive nos dias de hoje, aquela primeira modernidade parece  ‘pesada’, ‘sólida’, condensada e‘sistêmica’- impregnada da tendência aos sistemas totalitários. Entre os seus signos estão a fábrica fordista capaz de reduzir as atividades humanas a movimentos simples, rotineiros e predeterminados … ligada a modelos burocráticos de gestão e a uma sistema de vigilância muito particular: o panóptico. A modernidade que nos acompanha desde os anos 1970 é outra. Ela não é mais ou menos moderna, mas moderna de um jeito diferente. Duas características marcam essa diferença: Em primeiro lugar, não se acredita mais que a história esteja caminhando para algum lugar (um telos) a partir de alguma forma de mudança histórica. Em segundo lugar, ocorreu uma forma de desregulamentação e privatização daquelas tarefas coletivas atribuídas à razão humana – energias coletivas de mudança – que passaram a ser deixada à administração pessoal e individual. A individualização da primeira fase da modernidade implicava em uma libertação ou emancipação das amarras da tradição, da dependência e da vigilância imposta pela formas comunitárias. Hoje, no entanto, ela é reduzida a um dado ou uma tarefa à qual os indivíduos estão encarregados de construir. A identidade não é algo construído coletivamente rumo à emancipação, mas algo em constante mudança. É preciso sempre buscar tornar-se o que se é como se isso fosse uma busca apenas individual. Resta ainda uma situação a ser analisada. Se Max Weber via no início do capitalismo  uma ética do trabalho que previa um adiamento da satisfação e do prazer, o que vemos hoje não é a realização livre dos nossos desejos mas a nossa completa impossibilidade de atingir qualquer satisfação. Isso acontece porque não vemos mais um “horizonte” para realiza-la. Não há mais uma “linha de chegada” mesmo que provisória.   BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed. , 2001

  Zygmunt Bauman. Entrevista (Youtube +PDF)/Zygmunt Bauman. Entrevista (Observatório da Imprensa) Giles Lipovetsky. Rumo ao turboconsumidor Stuart Hall. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade   cap.1



“O Futuro não é mais o que costumava ser” – Paul Valéry

(Quote Investigator)

The earliest evidence of this saying located by QI was published in 1937 in a journal called “Epilogue” within an article titled “From a Private Correspondence on Reality” by Laura Riding and Robert Graves. The authors who were both prominent literary figures asserted that the perception of the future had changed: 2

The human mind has reached the end of temporal progress: the future is not what it used to be, and people talk with less and less progenitive self-precipitation into the future, and behave with more and more fatally decisive immediacy. The future, that is, contains nothing but scientific development. It is an involuntary spending and manipulation of physical forces, empty of consciousness: it no longer matters.

Also in 1937 the poet and philosopher Paul Valéry wrote a version of the phrase in French in the essay “Notre Destin et Les Lettres”. In 1948 his words were translated and published in English in “Our Destiny and Literature” which was part of the collection “Reflections on the World Today”. Here is the French statement and the English translation with additional context: 3

L’avenir est comme le reste: il n’est plus ce qu’il était The future, like everything else, is no longer quite what it used to be. By that I mean we can no longer think of it with any confidence in our inductions.

The above Valéry citation is listed in the important reference “The Dictionary of Modern Proverbs” from Yale University Press.


The Doors- The future ain’t what it used to be


ARTIGOS (JORNAIS, REVISTAS)

Sérgio Augusto. Adeus às Ilusões. estadao.com.br/cultura

25 de agosto de 2012

(…) Todas essas divagações me foram estimuladas pelo ciclo de palestras sobre as mutações impostas ao conceito de tempo que o prof. Adauto Novaes inaugurou na semana passada. Seu título, O Futuro não É Mais o Que Era, foi um achado, pinçado de uma tirada de Paul Valéry, cujos desdobramentos alcançaram até as memórias da atriz Simone Signoret, A Nostalgia não É Mais o Que Era. A bem dizer, nada mais é o que era, muito menos o futuro. Pouquíssimos adoram e conhecem mais Valéry que Novaes. Nenhum outro pensador iluminou suas ideias e seus vários ciclos de conferências com a mesma frequência e o mesmo fulgor do poeta e filósofo francês. Sobre o tempo Valéry filosofou sempre com impressionante originalidade. Também foi ele quem disse que “entramos de costas no futuro”, como o Angelus Novus de Walter Benjamin, com os escombros do passado diante dos olhos. Ao anunciar que o futuro, “como o resto”, não era mais o que havia sido, o poeta, morto em 1945, estava reconhecendo que a visão que se tinha do futuro, entre as duas guerras mundiais, perdera sentido. “Perdemos nossos meios tradicionais de pensar nele e de prever”, acrescentou, estendendo a impotência perceptiva à nossa capacidade de reconstituir o passado. Vivendo “em meio a dois mundos”, com dificuldades de ver o presente e tentar ver o futuro, Valéry acabou por enfiar no mesmo saco o historiador e o profeta. Desde os estoicos, e depois com Santo Agostinho, que os filósofos discutem o sentido e as sutilezas do tempo, as imbricações do passado com o presente e o futuro. O presente sentimos na carne, ao contrário do passado, que não existe mais, e o futuro, que não existe ainda. Mas o presente, pense bem, é tão fugaz que praticamente inexiste: ou está passando ou acabou de passar, já virou, instantaneamente, passado. A física desconhece essas “categorias”, cuja distinção configura uma ilusão, persistente e útil na lida cotidiana, concedeu Einstein, com boa dose de ironia. O tempo é uma criação do homem, não da ciência, esse saber que, segundo Heidegger, “não pensa”. Passado e futuro, ressaltou Valéry, só existem no pensamento, quando pensamos nas lembranças do que aconteceu (e não pode ser mudado) e nas especulações sobre o que poderá acontecer. A ciência pode não pensar, mas desde o século 19 que o futuro é sempre projetado como uma era de prodígios científicos, uma Renascença tecnológica. Um dos objetivos do novo ciclo de palestras coordenado por Novaes, em curso no Rio e em São Paulo até o início de outubro, com transmissão ao vivo pela internet (www.academia.org.br), é especular sobre que vinculação podemos ter com nosso futuro quando os ideais revolucionários e a própria ideia de esperança perderam espaço e a tecnociência, a biotecnologia e a informática pretendem dar resposta a tudo e a tudo prever. (…)

Zygmunt Bauman: ‘Três décadas de orgia consumista resultaram em uma sensação de urgência sem fim’ – Maria Fernanda Rodrigues, O Estado de S. Paulo 06 Agosto 2016 | 16h00

CULTURA DE CONSUMO: O GRANDE NÓ DA SUSTENTABILIDADE NA CADEIA DA MODA – por Amália Safatle – Página 22, 31/10/2107

Consumidor Moderno O livro que criou o termo ‘meritocracia’ é uma distopia – Camilo Rocha – Nexo – 06 Nov 2017 (atualizado 06/Nov 00h36)


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