Émile Durkheim (1858-1917)


Durkheim: Vida e Obra


Fatos Sociais – Texto/ Estado de Anomia


Clovis Rossi. Ou a coesão ou a barbárie. (Folha de S. Paulo)

Rodrigo Constantino. Anomia (O Globo)

Eduardo Vilas Bôas. Homens vivem uma revolução silenciosa no consumo (Estadão)

Andrei Neto. Epidemias de Epidemias (Estadão)

Entrevista: Affonso Romano de Sant’Anna – Por Luciano Trigo. G1 , 15/10/08

Brasil vive momento de ‘anomia’, diz FHC : Ex-presidente diz que, no lugar de Temer, ‘a essa altura, estaria considerando o futuro do Brasil e pensando bem: será que eu tenho condições de governar?’ – João Paulo Nucci, O Estado de S.Paulo, 22 Maio 2017


Textpectation – Urban Dicionary 
The anticipation onefeels when waiting for a response to a text message.
I just texted her for a date – but now the textpectation is killing me.
* * *
“VISUALIZADA E NÃO RESPONDIDA”: SOBRE A MEDIAÇÃO DIGITAL DAS RELAÇÕES AMOROSAS E A EMERGÊNCIA DE PATOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS – FRANCINE TAVARES (UFRJ) – GT Comunicação e Cibercultura – 2017
 
O que falta no mundo é um pouquinho de ritualização…


Rituais – Slides

Texto I – Durkheim. As formas elementares de vida religiosa.

Texto II – Rituais – A função comunicativa do rito 

CAMPANELLA, Bruno. Novas práticas, antigos rituais: A organização do cotidiano e as configurações de poder na mídia. Revista GEMInIS // Edição Especial – JIG 2014

RODRIGUES, José Albertino (org.). Émile Durkheim. São Paulo: Ática, 2000

LUKES, Steven. Bases para a interpretação de Durkheim

Se gostar, compre o livro!


Pense nessa campanha a partir das nossas discussões sobre os rituais e procure imaginar como ela seria recebida se fosse veiculada hoje.




Epidemia (Ricardo Azevedo)

Quero o alastramento da felicidade A propagação do sonho O surto da esperança

Quero o declínio do insucesso O decréscimo da derrota A demolição do desalento

Quero a disseminação da boa-nova O vírus alvissareiro O contágio da alegria

Quero a extinção do desastre A anemia da descrença A agonia do pessimismo

Quero o tráfico da poesia A precisão exata da anomia A epidemia noite e dia Da utopia


“A vida pode não ter sentido, mas não é proibido dar-lhe algum” Felipe Kryminice e Monica Cellarius – Jornal Candido Biblioteca Pública do Paraná Nº 3 Outubro de 2011

O escritor Ricardo Azevedo, um dos mais premiados autores infanto-juvenis do Brasil, critica o ceticismo e niilismo da literatura dita intelectual e diz que prefere deixar no leitor uma expectativa positiva diante da vida e do mundo (Jornal Candido Biblioteca Pública do Paraná Nº 3 Outubro de 2011) “Primeiro, sempre escrevo partindo do princípio de que crianças, jovens e adultos têm mil vezes mais pontos em comum do que diferenças. Isso me abre um leque imenso de possibilidades. Em segundo lugar, há a questão da esperança. Creio que as literaturas populares tendem ao final feliz ou, pelo menos, a deixar no leitor uma expectativa positiva diante da vida e do mundo. O niilismo pertence a um modelo cultural mais elitista e intelectualizado e, a meu ver, em geral não passa de narcisismo e pretensão. De qualquer forma, a vida e o mundo são muito maiores, interessantes e inesperados do que nossos próprios umbigos. A vida pode não ter sentido, mas não é proibido dar-lhe algum! Adaptando o que disse o carnavalesco Joãozinho Trinta: “o povo sempre gostou de final feliz; quem gosta de final infeliz, ceticismo e niilismo é intelectual.” Não creio que faça sentido escrever um texto que leve o leitor, independentemente de sua faixa de idade, a um beco sem saída. Todorov, aliás, publicou recentemente um livro onde, entre outros assuntos, trata da disseminação mecânica e acrítica do niilismo (Tzvetan Todorov, autor de A literatura em perigo, Difel, 2009). De qualquer forma, acho curioso que niilistas escrevam livros. Se estiverem falando sério, escrevem para quê? Uma última coisa: ter esperança não significa, nem de longe, ser ingênuo ou deixar de se ter pensamento crítico, ao contrário. Pretender escrever um livro que emocione, faça pensar, traga ideias inesperadas e um sentimento bom e vital, da mesma forma que pretender construir um futuro melhor e mais civilizado, onde haja uma maior solidariedade entre todos os homens e um diálogo melhor entre o homem e a natureza, são exercícios de puro pensamento crítico.”


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 

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