Interacionismo Simbólico

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Texto-Base

BLUMER, H. A natureza do interacionismo simbólico. In: MORTENSEN, Charles (Org.) Teoria da Comunicação: textos básicos. SP: Mosaico, 1980
Trechos importantes do texto “A natureza do Interacionismo simbólico”
 
Texto Complementar
WULF, Christopher. Aprendizagem cultural e mimese: jogos, rituais e gestos – CULTURAL LEARNING AND MIMESIS: GAMES, RITUALS AND GESTURES. Rev. Bras. Educ.,  Rio de Janeiro ,  v. 21, n. 66, p. 553-568,  set.  2016 .
SIMMEL, Gerog.Como é possível a sociedade? sociologia&antropologia | rio de janeiro, v.03.06: 653– 672, novembro, 2013

ADEUS, LÊNIN! Wolfgang Becker Pouco antes da queda do muro Christiane Kerner (Katrin Saß) entra em coma. Quando ela finalmente volta a consciência, oito meses depois, seu médico recomenda que a família seja cautelosa, pois Christiane deve ser poupada de qualquer choque ou surpresa. Para o filho Alex (Daniel Brühl), juntamente com sua irmã Ariane (Maria Simon) e seu colega de trabalho Denis (Florian Luckas), resta então a árdua tarefa de recriar um mundo já deixado para trás com a reunificação alemã.

 


 


“A vida pode não ter sentido, mas não é proibido dar-lhe algum” Felipe Kryminice e Monica Cellarius – Jornal Candido Biblioteca Pública do Paraná Nº 3 Outubro de 2011O escritor Ricardo Azevedo, um dos mais premiados autores infanto-juvenis do Brasil, critica o ceticismo e niilismo da literatura dita intelectual e diz que prefere deixar no leitor uma expectativa positiva diante da vida e do mundo (Jornal Candido Biblioteca Pública do Paraná Nº 3 Outubro de 2011)“Primeiro, sempre escrevo partindo do princípio de que crianças, jovens e adultos têm mil vezes mais pontos em comum do que diferenças. Isso me abre um leque imenso de possibilidades. Em segundo lugar, há a questão da esperança. Creio que as literaturas populares tendem ao final feliz ou, pelo menos, a deixar no leitor uma expectativa positiva diante da vida e do mundo. O niilismo pertence a um modelo cultural mais elitista e intelectualizado e, a meu ver, em geral não passa de narcisismo e pretensão. De qualquer forma, a vida e o mundo são muito maiores, interessantes e inesperados do que nossos próprios umbigos. A vida pode não ter sentido, mas não é proibido dar-lhe algum! … Não creio que faça sentido escrever um texto que leve o leitor, independentemente de sua faixa de idade, a um beco sem saída. Todorov, aliás, publicou recentemente um livro onde, entre outros assuntos, trata da disseminação mecânica e acrítica do niilismo (Tzvetan Todorov, autor de A literatura em perigo, Difel, 2009). De qualquer forma, acho curioso que niilistas escrevam livros. Se estiverem falando sério, escrevem para quê?Uma última coisa: ter esperança não significa, nem de longe, ser ingênuo ou deixar de se ter pensamento crítico, ao contrário.”

 
 

SILVA, Tarcizio. Tendências, coisas e descrição social em Erner, Perec, Becker e Manovich – Em As Coisas, lançado em 1965, o autor apresenta um romance sutilmente sociológico sobre um casal, Jérôme e Sylvie, que larga a faculdade para trabalhar no que ele chama de “psicossociólogos”. Os protagonistas são pesquisadores de mercado para agências de publicidade, sobretudo de entrevistas em profundidade, um segmento que despontava na França da década de 1960. Ao longo do livro sem diálogos, Perec descreve a busca do casal por sentido, sobretudo no consumo e a tentativa de refinamento ou busca por tendências – seja numa mesinha de canto, na manifestação política ou na moradia em outro país.”

 

MÚSICAS


POESIA/LITERATURA

“Mais adiante havia o depósito de garrafas, o caixote de madeira, o livro apodrecido de contadoria, um pano sujo e de novo a laranja. O olhar não era descritivo, eram descritivas as posições das coisas. Não, o que estava no quintal não era ornamento. Alguma coisa desconhecida tomara por um instante a forma desta posição. tudo isso constituía o sistema de defesa da cidade. As coisas pareciam só desejar: aparecer – e nada mais. ‘Eu vejo’ – era apenas o que se podia dizer. (…) Estava olhando as coisas que não se podem dizer. (…) Mesmo o erro era uma descoberta. Errar fazia-a encontrar a outra face dos objetos e tocar-lhes o lado empoeirado. (…) Faltava a parte mais difícil da casa: a sala de visitas, praça de armas. Onde cada coisa esperta existia como para que outras não fossem vistas? tal o grande sistema de defesa. (…) As coisas eram difíceis porque, se se explicassem, não teriam passado de incompreensíveis a compreensíveis, mas de uma natureza a outra. Somente o olhar não as alterava.” (Trecho do romance A Cidade Sitiada de Clarice Lispector)

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